Arquivo de: Abril, 2007

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com Laura Dern, protagonista de Inland Empire

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a paixão do insólito

David Keith Lynch nasceu a 20 de janeiro de 1946, em Montana, nos Estados Unidos da América. Cineasta controverso e prolífico, frequentou a Academia de Belas Artes da Pensilvânia e sempre se mostrou envolvido com as artes plásticas. Este gosto é visível na plasticidade das suas obras, a par da utilização do insólito e do grotesco, o que foi desde logo evidente na linguagem dos seus primeiros trabalhos, realizados no final da década de sessenta e início dos anos setenta, que também eram bastante provocadores. Nessa época, realizou as seguintes curta-metragens: Six Men Getting Sick (1966), The Alphabet (1968), The Grandmother (1970) e The Amputee (1974). Em 1971 começou a trabalhar na produção da primeira longa-metragem, Eraserhead (1977). Na época do seu lançamento, poucas pessoas viram o filme - que já misturava o tão famoso mundo bizarro de Lynch e arte em stop-motion. Anos depois, realizou o primeiro filme de sucesso, O Homem Elefante (1980, The Elephant Man). Produzido por Mel Brooks, foi muito bem recebido pela crítica e recebeu oito nomeações para os Óscares, incluindo o de melhor realizador. Em 1984, Lynch dirigiria a ficção científica Dune, uma superprodução com Dino De Laurentiis. O resultado foi um retumbante fracasso. Em1986, regressa com Veludo Azul (Blue Velvet), thriller fantástico que deu a Lynch nova indicação para o Óscar da categoria. Este trabalho marca o início de uma parceria que viria a ser constante com o compositor Angelo Badalamenti. Em 1990, ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes com Coração Selvagem (Wild at Heart), onde se destacaram as prestações de Laura Dern e Nicolas Cage. Ainda no mesmo ano, Lynch estreou-se na televisão como criador de uma série que se tornou de culto, Twin Peaks.

Em 1997, A Estrada Perdida (Lost Highway) chegou aos cinemas. É outro thriller com toques de fantástico e foi considerado pelos críticos como o seu trabalho mais insano. Talvez por causa disso, realiza depois A História Real (1999) (The Straight Story), um filme diferente de tudo que tinha feito, sem quase nenhum elemento bizarro, a não ser pelo facto do protagonista atravessar o país a bordo de um pequeno tractor para visitar o irmão.

Inland Empire (2006), a sua obra mais recente, volta a ser pautada pelo insólito e por uma forte inclinação para o cinema fantástico, juntando Laura Dern e Jeremy Irons nos papéis principais. O filme encontra-se em exibição nas salas de cinema portuguesas.

Filmografia sugerida:

Séries Online

Rabbits (2002)
Dumb Land (200)

Curtas

Darkened room (2002)
Lumière: Premonitions Following an Evil Deed (1995)
Industrial Symphony No. 1: The Dream of the Broken Hearted (1990)
The Cowboy and the Frenchman (1989)
The Amputee (1974)
The Grandmother (1970)
The Alphabet (1968)
Six figures getting sick (1966)

Televisão

Twin Peaks (1990)
American Chronicles (1990)
On the Air (1992)
Hotel Room (1993)

Longas

Inland Empire (2006)
Mulholland Drive (2001)
The Straight Story (1999)
Lost Highway (1997)
Wild at Heart (1990)
Blue Velvet (1986)
Dune (1984)
The Elephant Man (1980)
Eraserhead (1977)

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“Capitães de Abril”

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“Capitães de Abril”

A propósito da data que hoje se comemora, cabe relembrar o filme de Maria de Medeiros, uma bela homenagem à memória de Salgueiro Maia e ao dia que mudou Portugal. “Capitães de Abril” (1999) não foi só o projecto mais arrojado da carreira da actriz Maria de Medeiros, na sua qualidade de realizadora, como foi igualmente uma produção marcante no panorama do cinema português. Partindo das memórias do capitão Salgueiro Maia, Maria recria o dia em que Portugal aclamou a revolução. O resultado é um belo filme de reconstituição histórica.

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Ciclos de cinema

mais «Imagem e Pensamento»

O Centro de Estudos de Imagem tem vindo a realizar um Ciclo de documentários e conferências acerca do tema «Imagem e Pensamento», na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Hoje, pelas 17h30, o Ciclo Imagem e Pensamento encerra com a projecção da série Cremaster 3, composta por cinco filmes a que o realizador e actor Matthew Barney deu o nome de “Cremaster” - seres mitológicos, metamorfoses corporais, combates rituais, showgirls, bandas “hard-core”, paisagens apocalípticas ou edifícios como o Bronco Stadium, o Guggenheim e o Chrysler Building fazem parte destes filmes artísticos. A apresentação está a cargo de José Bragança de Miranda.

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